Quais são os principais benefícios da microgeração e minigeração distribuída no Brasil? Confira com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim!

Segundo o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a microgeração e minigeração distribuída passaram por transformações profundas que redefiniram o cenário de investimentos para o setor corporativo no Brasil. A consolidação do marco legal trouxe a segurança jurídica necessária para que as empresas planejem sua autogeração com previsibilidade de longo prazo.
Abordaremos as oportunidades para indústrias e comércios que buscam reduzir custos operacionais por meio da descentralização energética. Continue a leitura para entender como navegar no novo ordenamento jurídico e maximizar a rentabilidade do seu sistema solar.
A nova legislação trará benefícios reais aos usuários da rede elétrica com a cobrança escalonada?
A nova legislação estabeleceu critérios claros para a transição do sistema de compensação, introduzindo a cobrança escalonada pelo uso da infraestrutura da rede elétrica (Fio B). De acordo com o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, embora existam novos custos associados à distribuição, a queda no preço dos equipamentos e o aumento da eficiência tecnológica compensam essa mudança tarifária.
As empresas que protocolaram seus projetos nos prazos de carência garantiram o direito adquirido, mas os novos entrantes ainda encontram um cenário de retorno sobre investimento extremamente atraente. A clareza nas regras permite que o setor de engenharia dimensione sistemas que equilibrem perfeitamente a produção interna com a demanda da rede. Para as empresas, a diferenciação entre microgeração (até 75 kW) e minigeração (acima de 75 kW até 5 MW) é fundamental para o enquadramento técnico e os prazos de homologação junto às concessionárias.
O que mudou para as empresas com a nova legislação de microgeração e minigeração distribuída?
Uma das principais mudanças para o setor empresarial foi a definição de prazos rígidos para a conexão dos sistemas, evitando que as concessionárias atrasem injustificadamente o início da operação. Segundo o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a segurança regulatória permite que o fluxo de caixa da empresa seja planejado com exatidão, sabendo o momento exato em que a economia na fatura começará a ser sentida.

Além disso, as novas regras trouxeram diretrizes para a valoração dos benefícios da geração distribuída para a rede, o que pode abrir espaço para futuras remunerações por serviços ambientais e sistêmicos. A energia deixa de ser apenas uma commodity e passa a ser um ativo estratégico gerido sob normas técnicas rigorosas. Outro ponto de destaque é a possibilidade de comercialização de excedentes em modelos de negócio mais flexíveis, como o aluguel de usinas ou a participação em consórcios de energia.
Como as empresas podem se adequar às novas regras de geração distribuída?
A adequação exige uma revisão técnica dos contratos de fornecimento e um mapeamento detalhado da carga elétrica para garantir o melhor enquadramento tarifário. Conforme destaca a liderança da empresa do Grupo André Guimarães, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a consultoria de engenharia especializada é essencial para navegar entre as opções de “junto à carga” ou geração remota, otimizando o pagamento dos encargos de distribuição.
O monitoramento digital da geração e do consumo torna-se obrigatório para auditar os créditos compensados e garantir que a empresa esteja usufruindo de todos os benefícios previstos na lei. A transparência nos dados é a chave para uma gestão energética moderna e eficiente. Para garantir o sucesso do investimento sob a nova legislação, a empresa deve seguir um roteiro que contemple desde a viabilidade técnica até a operação assistida da planta.
A maturidade regulatória da energia descentralizada
O novo marco legal da geração distribuída representa a transição para um mercado mais maduro, em que a engenharia e o planejamento estratégico são os diferenciais de sucesso. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, as empresas que souberem utilizar as regras a seu favor terão uma vantagem competitiva inestimável em termos de custos e sustentabilidade. Ao investirmos em autogeração com rigor técnico, estamos construindo um futuro em que a infraestrutura energética é democrática e eficiente. A legislação é o trilho que conduz o Brasil rumo a uma economia mais verde e tecnologicamente avançada.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez




